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MEUS MESTRES - CORRESPONDÊNCIA PASSIVA

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Ficha técnica

Peso560 g
ISBN9788552406198
AutorMAESTRI, MARIO
IdiomaPortuguês
EditoraINSULAR
Tipo itemLivro Nacional
AcabamentoBROCHURA
CODIGO NCM49019900
Dimensões1.65 x 16 x 23
Pré vendaNão
Sob encomendaSim
CertificaçãoNão se Aplica
Ver ficha completa (+6 itens)
Autor para linkMAESTRI MARIO
Código Interno1213450
Código de barras9788552406198
Número da edição1ª EDIÇÃO - 2026
Número de páginas334
Livro disponível - pronta entregaNão

Descrição

Em Meus Mestres, o historiador Mário Maestri apresenta as cartas por ele recebidas de Décio Freitas, Clóvis Moura e Jacob Gorender, que define como seus mestres, companheiros e amigos, quando do duro confronto entre a historiografia liberal-colaboracionista e marxista. A correspondência apresentada ajuda a compreender aquela disputa com a historiografia dominante e apresenta, não raro, visões singulares e pouco conhecidas desses intelectuais militantes sobre temas e debates ainda candentes. *** Em fim dos anos 1970, a tese “O escravismo colonial”, de Jacob Gorender, destacado intelectual marxista, colocou o trabalhador escravizado como demiurgo acorrentado do passado escravista. Sob a retomada da luta social, a historiografia liberal-colaboracionista mobilizou-se pela restauração da hegemonia ameaçada das visões piedosas de Gilberto Freyre e do cativo como coadjuvante passivo do seu passado. Em fins de 1977, Mário Maestri retornou do exílio, durante o qual defendera, na Bélgica, dissertação sobre a África Negra Pré-Colonial e iniciara tese sobre a escravidão sulina. No Rio Grande do Sul, o jovem historiador estabeleceu laços de amizade e colaboração com Décio Freitas, celebrizado por sua história da resistência palmarina; com Clóvis Moura, destacado intelectual e militante marxista, e, em forma mais estreita, com Jacob Gorender, no centro daquele debate. Meus Mestres apresenta a correspondência passiva de Mário Maestri com aqueles que define como seus mestres na defesa de leitura da escravidão colonial desde a visão do mundo do trabalho, no passado e no presente. Uma correspondência que apresenta, comumente, visões singulares e pouco conhecidas de Décio Freitas, Clóvis Moura e Jacob Gorender sobre problemas ainda objeto de candentes debates.

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