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NA TV E EM OUTRAS TELAS

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Ficha técnica

Peso520 g
ISBN9788552403661
IdiomaPortuguês
EditoraINSULAR
Tipo itemLivro Nacional
AcabamentoBROCHURA
CODIGO NCM49019900
Dimensões2.2 x 14 x 21
Pré vendaNão
OrganizadorFINGER, CRISTIANE | PEREIRA, ARIANE | EMERIM, CÁRLIDA
Sob encomendaSim
CertificaçãoNão se Aplica
Ver ficha completa (+6 itens)
Código Interno1213171
Código de barras9788552403661
Número da edição1ª EDIÇÃO - 2023
Número de páginas440
Organizador para linkFINGER CRISTIANE,PEREIRA ARIANE,EMERIM CÁRLIDA
Livro disponível - pronta entregaNão

Descrição

O décimo sétimo volume da Coleção Jornalismo Audiovisual - Na TV e em outras telas - conta com 21 textos divididos em quatro partes – “Rotinas produtivas e tecnologia”, “Novas telas”, “As mulheres como sujeitos das notícias em TV” e “Narrativas e coberturas”. As pesquisas foram desenvolvidas a partir de um chamamento público da TeleJor e envolvem 49 pesquisadores – tanto integrantes da rede quanto outros que estão se aproximando dela em função do tema de interesse: telejornalismo. *** O modo de trabalhar veio se transformando de 1980 para cá, desde quando comecei na TV Globo. Hoje, a necessidade principal para ser um repórter deve ser a capacidade de falar ao vivo, quanto tempo for preciso, de 1 a 5 minutos ou mais, principalmente nas TVs por assinatura. Quando fui repórter, a minha preocupação era escolher as palavras adequadas e as mais exatas possíveis para construir o texto. Um texto que acrescentasse alguma coisa à imagem. Dizer algo que a imagem não dissesse, mas sugerisse. Trabalho feito em total interação com o cinegrafista. Nunca interpretei notícias, mas sempre tentei construir a reportagem de forma a deixar espaços, entrelinhas, para o telespectador completar a matéria com as próprias reflexões. Trabalhei muito na área de Comportamento, matérias sem notícias, onde o personagem é tudo. É ele quem puxa o fio da reportagem. Aprendi e continuo a aprender que para realizar uma boa reportagem é preciso: além de um bom personagem, conseguir dar emoção à matéria. E o mais difícil, tentar alcançar a simplicidade. Mas tudo isso era de um tempo em que o repórter tinha tempo para ser repórter. Neide Duarte, no Prefácio

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