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UMA QUESTÃO DE POÉTICA

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Ficha técnica

ISBN9786588401309
Peso315g
AutorPEREZ, MARLENE VIEIRA
IdiomaPortuguês
EditoraINSULAR
Tipo itemLivro Nacional
AcabamentoBROCHURA
CODIGO NCM49019900
Dimensões1 x 14 x 23
Pré vendaNão
Sob encomendaSim
CertificaçãoNão se Aplica
Ver ficha completa (+6 itens)
Autor para linkPEREZ MARLENE VIEIRA
Código Interno1213398
Código de barras9786588401309
Número da edição1ª EDIÇÃO - 2020
Número de páginas130
Livro disponível - pronta entregaNão

Descrição

Marlene é um desafio, afinal, é portadora de uma escrita inesperada, além de ser alguém além de seu tempo de mulher, mãe, avó e professora. Como seus textos, não se deixa encaixar em um gênero ou estilo, foge deles. É rebelde e contraditória, pois quer contar uma história divina e devassa. É mulher que não cala. (…) E por ser desbocada, a poeta, travestida de Marlene, faz-se presente, sendo uma bruxa condenada à fogueira. Logo, é um livro que, ao desconstruir contos do vigário e contar história sem carochinha, atrai o leitor, seja pela forma às vezes futurista de escrever, seja pela coragem de dizer e desdizer o que muitos temem. Rosane Cordeiro Marlene Vieira Perez é poeta inconformada. Dispensa a forma fixa, os moldes literários estabelecidos e as margens do texto. Aliás, é nas margens onde reside a poesia surpreendente de Marlene. Não que seja uma escritora marginal (nada mais dentro dos conformes hoje em dia do que ser marginal). É inconformada porque seu texto contempla a mulher romântica, a mãe, a funcionária professora e do lar, para em seguida se estilhaçar na negação de todas elas. É preciso a mão da poeta para subverter o cotidiano em poema. Marlene não se detém à prosa ou à poesia. Há poesia em sua prosa e há prosa em alguns de seus poemas, porque sua poesia comunica, sem jamais ser prosaica. Há também o olhar da cronista atenta às injustiças, e elas estão desde sempre por aí. Este é o segundo livro de Marlene lançado pela Insular. O primeiro, Boca de mulher, já havia nos surpreendido pela escritora livre, mas com pleno domínio de seu texto. Neste Uma Questão de Poética seguimos presos pela sua escrita subversiva, na mais santa acepção da palavra. “Quem gosta de mãe é bandido”, diz um dos versos do poema “Indulto”. Ganhamos todos nós.

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